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8 de dezembro de 2012

Empregos Temporários X Varejo Aquecido!



Com a chegada dos festejos natalinos e a grande perspectiva do comercio em fazer bons negócios, está aberta a temporada de empregos temporários. O momento é de super aquecimento do varejo em vários setores, uns com mais destaques que outros, bens de consumo estão em alta. Vestuário, Alimentos, Imobiliário, Automotivo e etc. Para atender a demanda os empresários investem na contratação de pessoas para compor seu quadro de atendimento e aproveitar a ocasião.      

Isso é ótimo! Ainda mais quando temos a injeção de Bilhões de Reais lançados na economia em virtude do pagamento do decimo terceiro salário. Combinação fantástica, veja bem, dinheiro em abundância aliado a super necessidade de consumo que a população tem, isso resulta em uma oportunidade maravilhosa para muitos comerciantes sair do vermelho e tentar recuperar um ano que talvez não tenha sido como o  esperado.

Na contra mão dessa situação existe algo que precisa ser bastante repensado, se a ideia é vender mais e lucrar muito, o empresariado precisa rever questões ligadas a escolha e depois qualificação dos candidatos a suprir as vagas de empregos temporários. Pois, não adianta apenas fazer demanda de atendimento sem um minimo de qualidade. Na maioria das vezes essa questão pesa na balança e por consequência encontramos pessoas despreparadas para atender bem o que incidi na qualidade da venda. 

Essa semana me deparei com uma situação engraçada, precisei comprar um presente para a brincadeira mais tradicional de fim de ano, o Amigo Oculto! Ao chegar em uma loja do Shop com uma amiga tomei um susto, precisava comprar uma Sapatilha Neon, ai ao questionar o vendedor se ele tinha o produto o mesmo respondeu que não trabalhava com essa marca. Putz! Que marca meu amigo, estou falando do modelo, ai ele perguntou é masculino??? Não deu outra, começamos a rir sem parar!!!

O que acontece é que os caras são contratados e na maioria das vezes não recebem nenhuma instrução, é tipo assim; "Olhe meu amigo a sua meta é tanto e bote sua mola". Dessa maneira o atendimento é de baixo rendimento, pois, sem a preparação adequada vender é quase uma missão impossível. Ao meu ver por mais que o período de vinculo seja curto, ainda é muito mais lucrativo para o empregador investir bem nesse empregado temporário, visando obter melhores resultados e lucros mais expressivos.   


8 de outubro de 2012

O Que o consumidor quer de verdade?


Quando nos deparamos com essa pergunta logo vem a seguinte resposta, PREÇO! No momento atual é necessário reavaliar este conceito e entender que o cenário está mudando. Preço é importante, não há dúvida, mas não é tudo. As pessoas hoje são o grande diferencial, aquele algo a mais que o seu negócio precisa ter, sendo assim é importante investir em treinamento e atendimento especializado, tal conduta é um diferencial estratégico muito mais valorizado é percebido pelo cliente.

O cliente por sua vez espera encontrar preço justo e até está disposto a pagar um pouco a mais por um atendimento melhor. No varejo atual onde acontece diariamente uma forte corrente para um aumento de vendas, os descontos são utilizados com abundância por toda cadeia de abastecimento, mas para o PDV focar em preço baixo pode comprometer os resultados finais e diminuir a rentabilidade do seu negócio.

Ter como base uma relação comercial focada apenas em preço, significa assumir um risco muito grande que pode a curto ou médio prazo não compensar. Especialistas em varejo afirmam que as facilidades geram diferenciação e ganham a preferência dos consumidores aqueles comerciantes que oferecem o melhor pacote de soluções de compras para seus clientes. Então, como estamos falando em um pacote de serviço o preço é apenas um dos itens que compõem esta oferta.

Atendimento e Inovação Tecnológica também compõem este pacote de forma bem coesa, poderíamos dizer que são os pilares que no momento atual estão em enfase. Os benefícios ofertados pelos avanços na área da tecnologia são fascinante, a praticidade e comodidade que eles oferecem encantam até o consumidor mais conservador, aquele que detesta qualquer tipo de novidade, que prefere apenas o básico. 

Quando penso em atendimento logo me vem a cabeça a palavra conhecimento, ao meu ver, no momento em que estamos investindo em treinamento para nossa equipe de vendas, a troca de informação é intensa, isso gera uma cadeia de conhecimento fantástica. Pois é na troca de experiência que encontramos o equilíbrio exato para atender bem, ofertando aos nossos clientes toda a confiança que o momento da venda precisa ter. Lembrando que para se destacar no varejo é necessário manter uma equipe de vendas bem preparada.

Invista no algo a mais, qualifique seus funcionários, foque em inovação, mantenha o Mix de produtos sempre ativo e diversificado, cuidado com a logística, pois de nada adianta oferecer e não ter o produto para entregar em tempo hábil. E quanto ao PREÇO! Ele sempre vai está presente em toda e qualquer negociação, no entanto, é apenas um dos componentes utilizados para finalizar a venda e não deve ser encarado como fator crucial para a realização da mesma. 


17 de maio de 2010

"Farmácia na Itália" Uma outra realidade.




Muito diferente do que estamos acostumados aqui no Brasil! Não apenas na Itália, mas, espalhando-se por outros países da Europa, o mercado farmacêutico é altamente diferente. O conceito de Drugstore que vem se tornando cada dia mais comum em nosso país, lá é quase impossível de acontecer. Nas oportunidades que tive de visitar os pequenos estabelecimentos registrados como farmácia, foi uma grande frustração.

Primeiro pelo espaço interno, em seguida o fato de não encontrar nada ao alcance do cliente no espaço de auto-serviço, com exceção de alguns utensílios para crianças! É isso mesmo, nada de perfumaria ou conveniência para ser comercializado e ajudar a facilitar o dia a dia do consumidor.

Medicamentos só são vendidos com a apresentação de receita médica, auto medicação é impossível a não ser pelos produtos homeopáticos onde a venda é liberada, o velho analgésico você só compra se o farmacêutico que lhe atender julgar que é necessário o uso da substância, de acordo com o que você falar que está sentindo para ele, ai pode ser que ele venda.

Por falar em farmacêutico, é só o que vamos encontrar trabalhando nas farmácias, nada de operadores de caixa, balconistas ou serviços gerais. O profissional formado para prestar atenção farmacêutica, também  é encarregado de  limpa o chão, registra no caixa e despacha no balcão. Um verdadeiro severino quebra galho! Tem que fazer de tudo um pouco.

Basicamente  é um comércio que passa de pai para filho, onde os filhos terminam que seguindo a profissão do pai para dar continuidade aos negócios da família, uma vez que conseguir as concessões para abrir uma farmácia por aqui é algo dificílimo. Grandes redes não vai ser fácil de encontrar, francamente não encontrei nenhuma nas cidades que passei. Por fim, vejo que tudo é uma questão de cultura, eles não tem o habito de tomar remédio o tempo todo como aqui no Brasil, se essa fosse a nossa realidade também não teríamos tantas farmácias em funcionamento em nosso pais.