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20 de maio de 2013

"Turnover" Não se Vá!!!


Em tempos de mudança constante e profissionais muito mais ariscos e com um perfil desbravador, está ficando mais difícil a cada dia reter bons talentos. Talvez, seja consequência de um Brasil que não para de crescer, ou a oferta de empregos que tem como base de pagamento apenas um salario mínimo está em alta! Vale lembrar, que a entrada da famosa geração Y no mercado de trabalho também vem contribuindo para esse Turnover, uma vez que eles são aptos a experimentar de tudo um pouco.     

Já não é novidade pra ninguém que a maquina estar há pleno vapor! O Brasil vem conseguindo manter uma economia robusta e muitas empresas vêm pegando carona  neste crescimento. Sendo assim, vem aumentando a oferta de em prego em alguns setores. Construção civil, varejo de serviços, atendimento ao publico e etc. Muito está relacionado aos grandes eventos que o Brasil vai sediar, daí, começa a dor de cabeça dos empresários, como reter seus profissionais e controlar a rotatividade?

Em certa oportunidade conversando com uma amiga que trabalha em uma agência de recrutamento, ela  me confidenciou que o maior percentual de troca de empregos está em empresas que oferecem salários de até R$ 800,00 tais como Supermercados, Farmácias, Postos de Gasolina e alguns Serviços de Atendimento ao Publico. A justificativa seria, já que vou receber o mesmo valor, vou ficar na empresa que além de salário, me ofereça benefícios, horários mais flexíveis e oportunidades de crescimento.

Outro fator que agrava tal movimentação de contingente é a participação da geração Y no mercado de trabalho. Jovens talentosos, bem informados, altamente comunicativos, dominam o mundo conectado que vivemos hoje! No entanto, são apressadinhos demais, querem tudo o tempo todo, existe pressa em realizar seus objetivos, não estão acostumados a esperar e se aparecer uma boa oportunidade vão embora sem pensar duas vezes, sente uma necessidade constante de experimentar o novo. Querem o agora! 

E agora, o que fazer? As empresas estão correndo em busca de soluções para estes problemas, seus setores de RH ou Desenvolvimento de Pessoas, estão se reciclando, uma vez que o mercado mostra que os mesmos exercem uma função bastante estratégica no cotidiano corporativo. Oferecer treinamentos, planos de carreira, apresentar aos colaboradores uma visão clara dos propósitos da empresa e como ele pode ter um papel fundamental para a realização destas metas, pode vim a ser um bom começo.  Afinal, o maior patrimônio de uma empresa é o seu Capital Humano!  

7 de fevereiro de 2013

Sensacionalismo ou Informação!


Até o prezado momento não tinha parado para fazer nenhum comentário sobre a tragédia ocorrida em Santa Maria, apesar de ter sido algo que mobilizou vários meios de comunicação, não é do perfil deste canal de informação abranger tal tema. No entanto, algo me chamou atenção e gerou certa dúvida! Será que o trabalho que a imprensa está realizando é correto e íntegro? Ou temos aí alguns comunicadores tirando proveito do sofrimento alheio e gerando um ciclo de puro sensacionalismo?

É fato e notório que algo dessa magnitude gera sentimentos diversos tais como: tristeza, descontentamento, indignação, revolta e outros tantos. Concordo também que esse é o momento de toda a nação cobrar explicações para que os verdadeiros culpados sejam identificados e arquem com as consequências.  Ao meu ver tem muita gente que deve responder por esse ocorrido, espero que justiça seja feita, apesar de que isso não vai trazer ninguém de volta ou confortar o coração de quem perdeu seus entes queridos.

Minha revolta se manifesta quando ligo a TV e vejo profissionais, muitos deles altamente conceituados e outros nem tanto, com discursos que parecem ensaiados ou manipulados para gerar IBOPE, ganhar audiência em cima do sofrimento alheio. Um repórter entrevistou uma senhora que era viúva, na noite do ocorrido perdeu um filho e o outro acabará de falecer no hospital; com esse enredo o mesmo fez a seguinte pergunta - Como a senhora se sente? Putz! Sinceramente se eu fosse a mulher tinha respondido- BEM! Agora que fiquei sozinha no mundo vou aproveitar a vida!

Fala sério! Vai atrás de quem não fiscalizou o estabelecimento, investiga se houve ou não negligência no socorro das vítimas, se houve imprudência de quem acendeu o artefato ou não. Os donos do estabelecimento foram informados do tipo de apresentação que aconteceria em sua casa noturna? Esse, ao meu entender, é o papel da imprensa séria. Muitos vêm seguindo essa linha e estão de parabéns por esta conduta. Agora, ficar na porta do hospital contando o número de mortos e com perguntas desse calibre, sinceramente não dar.

Gente, não estou aqui pregando moralidade plena! Apenas acho que devemos respeitar ao extremo o ser humano. Já não basta a dor da perda? O espaço vazio em casa? A ausência daqueles que amamos? E ainda temos que conviver com esse assédio por informação, apenas para vender notícia! Todos sabem que no Brasil notícia ruim vende jornal; será que não é o momento de mudar esse conceito? Fica aqui registrado apenas o meu ponto de vista, minha opinião! No mas, respeito a opinião de todos.  

8 de outubro de 2012

O Que o consumidor quer de verdade?


Quando nos deparamos com essa pergunta logo vem a seguinte resposta, PREÇO! No momento atual é necessário reavaliar este conceito e entender que o cenário está mudando. Preço é importante, não há dúvida, mas não é tudo. As pessoas hoje são o grande diferencial, aquele algo a mais que o seu negócio precisa ter, sendo assim é importante investir em treinamento e atendimento especializado, tal conduta é um diferencial estratégico muito mais valorizado é percebido pelo cliente.

O cliente por sua vez espera encontrar preço justo e até está disposto a pagar um pouco a mais por um atendimento melhor. No varejo atual onde acontece diariamente uma forte corrente para um aumento de vendas, os descontos são utilizados com abundância por toda cadeia de abastecimento, mas para o PDV focar em preço baixo pode comprometer os resultados finais e diminuir a rentabilidade do seu negócio.

Ter como base uma relação comercial focada apenas em preço, significa assumir um risco muito grande que pode a curto ou médio prazo não compensar. Especialistas em varejo afirmam que as facilidades geram diferenciação e ganham a preferência dos consumidores aqueles comerciantes que oferecem o melhor pacote de soluções de compras para seus clientes. Então, como estamos falando em um pacote de serviço o preço é apenas um dos itens que compõem esta oferta.

Atendimento e Inovação Tecnológica também compõem este pacote de forma bem coesa, poderíamos dizer que são os pilares que no momento atual estão em enfase. Os benefícios ofertados pelos avanços na área da tecnologia são fascinante, a praticidade e comodidade que eles oferecem encantam até o consumidor mais conservador, aquele que detesta qualquer tipo de novidade, que prefere apenas o básico. 

Quando penso em atendimento logo me vem a cabeça a palavra conhecimento, ao meu ver, no momento em que estamos investindo em treinamento para nossa equipe de vendas, a troca de informação é intensa, isso gera uma cadeia de conhecimento fantástica. Pois é na troca de experiência que encontramos o equilíbrio exato para atender bem, ofertando aos nossos clientes toda a confiança que o momento da venda precisa ter. Lembrando que para se destacar no varejo é necessário manter uma equipe de vendas bem preparada.

Invista no algo a mais, qualifique seus funcionários, foque em inovação, mantenha o Mix de produtos sempre ativo e diversificado, cuidado com a logística, pois de nada adianta oferecer e não ter o produto para entregar em tempo hábil. E quanto ao PREÇO! Ele sempre vai está presente em toda e qualquer negociação, no entanto, é apenas um dos componentes utilizados para finalizar a venda e não deve ser encarado como fator crucial para a realização da mesma. 


12 de março de 2012

E o Cliente! Tem sempre Razão???


Mexendo em meu Twitter, me deparei com tal colocação "Não, eu não acho que todos os clientes tem razão, não acredito nesse papo de tapete vermelho. A negociação, a troca, dever ser boa para ambos." Essas sábias palavras são do querido @QuebreaBanca  no entanto, por diversas vezes comungo do mesmo pensamento. Se é pre ser bom, tem que valer para as duas partes envolvidas, respeito, atenção e consideração, devem existir em todo momento. Há doze anos atendendo diversos clientes, não vejo outra verdade.

Em palestras, treinamentos, ou mesas redondas de discussão sobre o tema. Fica claro e berrante como empresários, diretores, gestores e toda uma cadeia de profissionais ou prestadores de serviços, defendem com unhas e dentes tal ideia, que provavelmente é mais antiga que os próprios  manuscritos sagrados. O CLIENTE TEM SEMPRE RAZÃO! Com base nisto, acontece situações totalmente embaraçosas, onde o cliente faz valer o jargão e  sempre sobra para o atendente.

Amigos, o cliente tem sempre razão, quando ele estar com razão e pronto! Sendo assim, você que está lendo este post agora deve ficar pensando, isso é um absurdo! Meus caros, toda regra detém sua exceção. Existem clientes que são uns amores, da vontade de levar pra casa, outros super complicados, mas, que estão certos em brigar por seus direitos. Agora, quem nunca se deparou com o famoso Relógio, aquele que toma todo o seu tempo, ou o Amigo do dono da empresa, sem falar  no famoso Eu posso tudo, sou cliente e você tem que fazer o que eu quero, afinal sou eu quem paga seu salário.

Então eu pergunto, onde fica os direitos de quem está prestando o serviço ou vendendo um produto? Não tem? Quer dizer que só um dos lados é que tem todos os benefícios nesta relação? Help! Vamos pensar fora da caixa, e entender que o oposto do cliente também é gente! E muitas vezes está pronto para prestar aquele super atendimento e solucionar seus problemas, no minimo preste um pouco de respeito para com ele, pois, o mesmo está lá para ajudar e tornar sua vida mais fácil. Então retribua o respeito.  

Não estou aqui levantando uma bandeira que o cliente não merece toda atenção! Longe disso, é em função dele que nosso trabalho existi. No entanto, justiça seja feita, em certos momentos é preciso jogar duro, uma vez que encontramos muitos que querem criar caso ou se aproveitar de certas situações. Também sou cliente,  procuro valorizar quem me atende e resolve meus problemas, afinal, não dou aos outros o que não quero pra mim mesmo. Negociação boa é igual a uma via de mão dupla, tem que fluir para ambos os lados.

24 de janeiro de 2012

Quais são suas Habilidades?



Saudações caros amigos! Depois de um bom período ausente e sem atualizações, o Balaio de Informações está de volta! Gostaria de agradecer a cada um que em 2011 interagiu com o Blog, seja participado dos debates com seus comentários, ou até mesmo contribuindo com posts super expressivos e significantes. Sendo assim, fica aqui o nosso imenso carinho e que em 2012 esse veiculo de informação seja muito utilizado por todos nós.

Pois bem, como ponto de partida para esse ano, trago agora um questionamento cada vez mais vivo em meu cotidiano! Quais as Competências, ou melhor, Habilidades necessárias para conseguir se sair bem em seu meio social, pessoal ou profissional? O que é preciso ser feito para alcançar nossos objetivos? Em que momento devemos demostrar nosso diferencial e utilizá-lo como um trunfo na jornada da vida em pró de nós mesmos.

Recentemente em uma conversa descontraída com um amigo que trabalha em uma loja de vestuário no shop, com  foco no público jovem. Ele fez o seguinte relato; que tinha atendido um cliente Alemão pedindo pra que ele explicasse em Inglês o significado do texto impresso na camisa da imagem acima. Logo me veio a cabeça tal situação, um Brasileiro falando pro Alemão sobre o anuncio na camisa, e o pior tudo em Inglês. Que dureza! Foi inusitado.


Só dai, me dei conta do que havia escrito na camisa e pensei; Caraca!!! será que tudo na vida é assim mesmo? Que até pra realizarmos coisas tão banais devemos ter certas habilidades? Ai ele foi mais adiante, não esqueça que também temos que ter disposição, segunda a própria letra da musica. Olha que combinação interessante Habilidade + Disposição = Resultados, essa equação vem pairando desde de então em meus pensamentos.


Quantas pessoas são repletas de Habilidades e escassas de Disposição, da mesma forma que temos os super dispostos pra tudo e sem nenhum pingo de habilidade, ficou claro pra mim que uma característica  necessita da outra para se obter o sucesso! Afinal, se o meu amigo vendedor lá da loja de vestuário, que tem a habilidade de falar outo idioma fluentemente por sinal, mas, não estivesse com disposição para ajudar o cliente Alemão, o coitadinho nunca entenderia nada do que estava escrito e consequentemente não iria comprar nada!  

17 de maio de 2010

"Farmácia na Itália" Uma outra realidade.




Muito diferente do que estamos acostumados aqui no Brasil! Não apenas na Itália, mas, espalhando-se por outros países da Europa, o mercado farmacêutico é altamente diferente. O conceito de Drugstore que vem se tornando cada dia mais comum em nosso país, lá é quase impossível de acontecer. Nas oportunidades que tive de visitar os pequenos estabelecimentos registrados como farmácia, foi uma grande frustração.

Primeiro pelo espaço interno, em seguida o fato de não encontrar nada ao alcance do cliente no espaço de auto-serviço, com exceção de alguns utensílios para crianças! É isso mesmo, nada de perfumaria ou conveniência para ser comercializado e ajudar a facilitar o dia a dia do consumidor.

Medicamentos só são vendidos com a apresentação de receita médica, auto medicação é impossível a não ser pelos produtos homeopáticos onde a venda é liberada, o velho analgésico você só compra se o farmacêutico que lhe atender julgar que é necessário o uso da substância, de acordo com o que você falar que está sentindo para ele, ai pode ser que ele venda.

Por falar em farmacêutico, é só o que vamos encontrar trabalhando nas farmácias, nada de operadores de caixa, balconistas ou serviços gerais. O profissional formado para prestar atenção farmacêutica, também  é encarregado de  limpa o chão, registra no caixa e despacha no balcão. Um verdadeiro severino quebra galho! Tem que fazer de tudo um pouco.

Basicamente  é um comércio que passa de pai para filho, onde os filhos terminam que seguindo a profissão do pai para dar continuidade aos negócios da família, uma vez que conseguir as concessões para abrir uma farmácia por aqui é algo dificílimo. Grandes redes não vai ser fácil de encontrar, francamente não encontrei nenhuma nas cidades que passei. Por fim, vejo que tudo é uma questão de cultura, eles não tem o habito de tomar remédio o tempo todo como aqui no Brasil, se essa fosse a nossa realidade também não teríamos tantas farmácias em funcionamento em nosso pais.