22 de fevereiro de 2011

"Varejo" quanto mais diversificado melhor!



Ultimamente tenho observado que o "VAREJO" a cada dia que passa, investe mais na diversificação dos seus serviços. É comum encontrarmos empresas de um determinado seguimento, oferecendo um serviço que parece estranho ao local em que está sendo ofertado! Esse modelo de negócio vai se intensificando e ganhando mais adeptos, vou mencionar alguns exemplos que presenciei e me chamaram a atenção.

O que você faria se ao entrar em uma Farmácia, para adquirir um certo medicamento ou produto de beleza, o vendedor ou o próprio farmacêutico lhe oferecesse um Curso On-Line para: Designer em Sobrancelhas, Redução alimentar ou Cuidados com a Pele. No inicio pode até soar estranho, mas, analisando bem, está altamente relacionado aos produtos que são ofertados pelo estabelecimento. Levando em conta que as Drogarias hoje, investem forte na diversificação do seu Mix de produtos.

No exemplo da farmácia, foi fácil entender que os serviços ofertados tem uma certa relação com o que é vendido. Mas, o que dizer de um salão de beleza que oferece serviços de cerimonial para; casamentos, formaturas, ou festas de debutantes. Confesso que esse modelo demorei pra entender, mas, depois ficou claro que nesse estabelecimento transitam quase que diariamente clientes em potencial para estas ocasiões, uma vez que vão até lá para se produzir pra estes eventos.

E uma agência digital que refez todo seu conceito na prestação dos seus serviços. Hoje, o cliente que procura a Agência em busca de soluções digitais para o seu empreendimento, tem a oportunidade de refazer seu planejamento estratégico, receber uma verdadeira consultoria que vai desde a criação, passando pela execução e chegando no acompanhamento dos resultados. A Idéia é criar um modelo de negócio onde o cliente possa suprir todas as suas necessidades em um só lugar.

Estes exemplos deixam bem claro que, independente ao modelo do seu seguimento, a diversificação é possível. Basta um pouco de criatividade e ficar com os olhos bem atentos ao cenário do qual o seu negócio está inserido, as possibilidades de inovação existem, basta apenas acreditar. É isso! Até o próximo post, um forte abraço a todos! Fiquem a vontade para compartilhar experiências relativas ao tema abordado.

26 de janeiro de 2011

Agora é que são Elas!


Tenho observado atentamente as mudanças e conquistas realizadas por "ELAS", que ao meu ver, de sexo frágil não tem nada. Basta refletir as etapas dessa evolução! Lembro bem do exemplo machista do meu velho pai, que não deixava a esposa trabalhar ou estudar, tipo, era uma dona de casa e só. Graças a Deus que hoje essa realidade, é coisa do passado e agora "ELAS" estão dominando o mundo, são mais disciplinadas, comprometidas, com um grau de instrução elevado e em algumas ocasiões mais criativas.

A "Mulherada" está com a corda toda, basta olhar bem ao seu redor, nas empresas estão cada vez mais assumindo cargos de liderança ou de destaques profissionais, nas instituições educacionais estão se tornado maioria, falo isso por que não se contentam apenas com a graduação, terminam também por investir em especializações que possam cada vez mais alavancar suas carreiras. E se já não bastasse, agora não só no Brasil mais em outros tantos países, ocupam o cargo de Soberania maior do governo, ou melhor falando a Presidência.

Um bom exemplo desse movimento é notado no filme "O Diabo Veste Prada" que traz como protagonista "Meryl Streep" no papel de Miranda Priestly, a tirana diretora de uma grande revista de moda. Não quero entrar em detalhes sobre o filme mas, mostra bem esse avanço do poderio feminino, entre outros pontos ligados ao dia a dia desse universo. Para quem ainda por ventura não assistiu fica a dica, vale ressaltar que a comparação é apenas no desenvolvimento feminino na sociedade, sobre os méritos como gestora da personagem, ao meu ver, fica muito a desejar.

Então, faça a pergunta a si mesmo, mudou ou não mudou? O que sua Mãe não fazia que hoje sua Irmã faz? Olhe ao seu redor e veja quantas mulheres estão desenvolvendo projetos ou atividades fascinantes, entenda que aos poucos elas estão cada vez mais ganhando espaço, na minha ótica essa relação é uma mão de sentido duplo, pois tenho a oportunidade de ensinar e aprender muito com as mulheres que fazem parte do meu cotidiano, pois trabalho e convivo com várias e por isso, sou grato a todas.

Recentemente chegou as minhas mãos um artigo relacionado a essa vertente, provando com riqueza de detalhes essa evolução, apresentando casos de executivos e de empresas que tiverão que se reinventar para poder se adequar a essa nova realidade. O fato é que não a nada a fazer, nós Homens temos que nos adequar a essa nova realidade e acompanhar o processo se não vamos ficar para traz. Um forte Abraço a todos!!!

15 de janeiro de 2011

De repente trinta! E agora?


À pouco mais de um mês para completar trinta anos, venho passando por um processo nostálgico. Começo a pensar em tudo o que já fiz nessa primeira metade da minha vida, desde os tempos de moleque, até os dias atuais. Princípios que a mim foram atribuídos por minha família, as conquistas que realizei sozinho, os momentos de descontração na eloquência da adolescência e até as cabeçadas realizadas no começo da minha vida adulta.

Então, vejo que a vida foi generosa comigo. Tenho uma família excelente,amigos maravilhosos, um bom emprego com um ciclo de contatos profissionais que me fazem crescer cada vez mais, ajudando a sustentar meus sonhos, cumprindo então, com as minhas metas pessoais. E de todas as conquistas, a que mais me envaidece é a felicidade de compartilhar meus melhores momentos com minha esposa, essa sim foi uma divisora de águas na minha vida! Me trouxe equilíbrio.

Daí, você que estar lendo nesse momento esse post se pergunta: É Tudo uma maravilha? Não, não é bem assim, estar uma maravilha agora mas, o processo foi longo até chegar a esse ponto, lembro-me de tudo desde os tempos no pequeno comércio do meu velho pai, que evaporou sem se quer nos dar a oportunidade de colher algum fruto, passando para os tempos de ambulante na porta de casa vendendo salgados e as dificuldades do início da carreira profissional dentro da empresa em que trabalho.

Penso hoje que tudo foi importante para minha formação pessoal, as dificuldades vividas me fortaleceram e me prepararam para a vida. Os momentos de solidão, longe da família, as perdas em momentos importantes, até hoje sinto falta das minhas queridas mamães, a que me trouxe para esse mundo mas, infelizmente não pode me criar e da que me acolheu como seu filho independente do fator sanguíneo e me deu uma nova família!

Quero agradecer a todos que fizeram parte desses primeiros trinta anos da minha vida, todos vocês foram de suma importância para o meu desenvolvimento. Espero poder continuar contando com todos, encerro esse post com uma frase que o Alberto Antunes escreveu em seu Twitter; "Todos nós devemos grande parte da nossa sabedoria a sabedoria dos outros, por isso devemos nos perguntar o que estamos oferecendo de volta ao mundo?"

14 de novembro de 2010

O que fazer quando o DESCONTO% é seu único argumento de venda?


Nos últimos dias venho trazendo comigo uma preocupação que me deixa inquieto e pensativo! Porque os vendedores de hoje estão usando o "DESCONTO%" como um forte artifício de venda? Será que os produtos que eles vendem não conseguem ser atrativos ao ponto de tornar a ferramenta desconto, apenas um diferencial no momento da negociação e não peça fundamental? O que as empresas estão perdendo com essa vertente. E se de fato perdem algo? Como mudar a ótica do profissional de venda sobre essa corrente?

As empresas ao adquirir uma determinada mercadoria para negociar, fazem seus cálculos e buscam maximizar seus lucros, com isso, em muitos casos no ato da venda podem oferecer descontos aos seus clientes de forma que não prejudicam seus investimentos com essa prática. Em contra partida, a consecutividade deste ato pode não ser saudavel para empresa, pois a mesma precisar lucrar para sub existir.

Nesse momento vem o profissional que mais me encanta, o Vendedor! Se este for capacitado e tiver um talento nato, desconto é coisa que provavelmente ele não ira utilizar. Sabe por que? Ele vive de comissão e retirar algum ônus dessa negociação não é rentável ao seu bolso. Sem falar que ele conhece bem o que faz e o que vende, sendo assim, tem outras cartas na manga para concretizar uma boa venda.

Mais estou falando de Vendedor, do tipo Vendedor Pitbull como cita Luis Paulo Luppa em um de seus livros, não esse modelo despreparado que estamos encontrando no mercado a fora, que muitas vezes não conhece nem o produto que está vendendo, é sem modos, sem artifícios plausíveis para exercer uma boa relação com seus clientes no momento da venda e muito menos no pós-venda. Muito despreparados para o mercado.

Empresas invistam na formação da sua equipe de vendas, profissionais se proporcionem a oportunidade de aprender mais e enriquecer suas técnicas. Invistam em conhecimento e aprendam a vender os benefícios de seus produtos, parem de usar o desconto como base de uma negociação de venda, tipo "Se o senhor levar eu posso lhe ofertar um desconto a mais" Fuja dessa realidade, use "O Senhor vai levar pois, esse produto irá superar as suas expectativas" Vender bem é uma questão de treinamento e prática.

29 de outubro de 2010

Quais são os desafios da Segurança Pública?


Hoje fui tomar um café e de relance vi uma revista que trazia na capa está frase que usei como titulo para este post. De cara pensei o seguinte: A falta de segurança é um limitador de direitos e da cidadania. Sem ela, e com a sua consequência mais visível, a violência! Alguns direitos dos cidadãos como lazer, liberdade de ir e vir,trabalho e educação ficam bastante restritos. Com o momento político é normal presenciarmos promessas para a solução do problema, mais são apenas promessas...

Como agravante para meu ponto de vista, o modelo apresentado mesmo que de forma cinematográfica do filme "TROPA DE ELITE 2" mexeu comigo, não vou negar, assim como alguns amigos que tiveram a oportunidade de assistir, sair do cinema perplexo, horrorizado com a realidade nua e crua! Triste em ver as pessoas que podem nos ofertar a solução para o problema, simplesmente não o fazem e por sua vez terminam por serem os verdadeiros causadores. Assim como em uma confortável poltrona do Centerplex, a sociedade só pode ser o Telespectador da privação dos direitos sociais.

Qual seria o caminho? Será que a solução seria o Coronel Nascimento interagir com a vida real e abraçar a causa, lutar por nossos direitos? Sinto muito, mais não é bem por ai! Nem na ficção houve uma solução, nosso herói apenas tentou e não conseguiu, na vida real a coisa fica mais sinistra, pois, entender que as pessoas que recebem para nos proteger simplesmente se vendem e formam suas milícias para lutar por seus próprios interesses. Deixando a sociedade desprotegida a mercer do acaso.


A coisa piora de acordo com geografia social, os grandes centros possuem um cenário amplamente favorável a quebra de normas e condutas legais. Talvez pela sua ampla área geográfica e vasta população. Há poucos dias ouvi um amigo falar que para manter seu comércio funcionando em alguns bairros da cidade maravilhosa! Tem que pagar tributo as milícias, que são encabeçadas por pessoas que deveriam defender e proteger, não fazer ameaças e tirar proveito da população. Ta feia a situação e esse é o nosso grande desafio! Perto de decidirmos novos gestores para o nosso país, é importante enxergar qual dentre eles podem propor melhorias e encarar essa situação de frente sem temer e principalmente sem se corromper!

22 de outubro de 2010

Já parou para pensar! Quanto vale o seu tempo?


Quanto custa o seu tempo? Se fosse possível medir ao certo quanto custa o seu tempo, as horas que você gasta por dia, seja com sua familia em casa ou profissionalmente no trabalho, com os amigos em um momento de descontração. Será que você tentaria gerir melhor as hora do seu dia? Daria mais importância a algum seguimento desse ou apenas continuaria gastando as preciosas horas do seu dia sem controle algum.

Esta semana cheguei no trabalho e uma colega, Rosa Pitanga, mostrou uma edição da revista Liderança, http://www.lideraonline.com.br/ que trazia como capa do mês a seguinte pergunta. Ah, se o dia tivesse 30 horas? Fiquei reflexivo não apenas pelo o que me foi relatado, mais preocupado com o que ando fazendo atualmente do meu tempo, seja ele livre, voltado ao trabalho, sem falar nas horas de lazer junto a familia.

De cara percebi que ando com meu relógio meio desorganizado, ficou claro que destino muito do meu tempo ao trabalho, não que seja um ponto negativo, pois eu amo o que faço. Mas, tudo precisa ter um limite, pois termino por esquecer que preciso me dedicar também a familia e a projetos extra profissionais. Terminei me convencendo de mesmo se tivesse 30 horas por dia, precisaria organizar melhor meu tempo.

Para aumentar minha neura, vi essa frase; "É preciso menos tempo para fazer algo de maneira certa do que para explicar por que foi feito da maneira errada". Na traseira de um caminhão, ficou claro para mim que é preciso uma mudança rápida na minha agenda e nas minhas preferências, aprender a organizar meu tempo vai fazer com que eu seja mais presente junto a amigos, familia e trabalho. Sem que um sobre carregue o outro.

Então, resolvi que a partir de agora vou tentar gerenciar melhor o meu tempo, da prioridade aos assuntos mais importantes do meu dia, reservar um tempo só para mim, lembrar que preciso me colocar mais a disposição dos meus amigos e familiares, entender que o trabalho é essencial, mais em abundância termina nos privando de outras tarefas como; ler um bom livro, cinema, jantar com os amigos e lazer com a familia. Agora pergunto: Se o seu dia tivesse 30 horas, o que você faria de diferente em sua vida?

12 de outubro de 2010

Saudades da minha velha Infância!!!



Hoje é um dia especial, comemoramos em todo país o "Dia das Crianças". Então, passei o dia bem pensativo e no auge dos meus quase trinta anos, comecei a recordar da minha infância, principalmente as memórias que trago mais claras em meu consciente. As peladas na praia com meus colegas, as colônias de ferias que tive a oportunidade de participar com meus primos, programas inesquecíveis, como o meu predileto Balão Mágico, brinquedos e brincadeiras as quais não vejo mais hoje em dia.

Faço uma pequena comparação na diferença que existe em ser criança hoje e ser criança a vinte e poucos anos atrás, tenho como referência meus sobrinhos que praticamente vivem presos e enclausurados em suas casas, provavelmente nunca brincaram de amarelinha, soltar peão, rouba bandeira, soltar Pipa e tantas outras que nem me recordo. Vivem presos as televisões e a seus desenhos sem graça,  jogos no PC e sem falar nos videos games que são campeões em roubar o tempo livre que eles tem.

Os desenhos de hoje são extremamente sem graça, fala serio perder tempo assistindo os Backyardigans ou Pokémon ninguém merece, ainda lembro dos G.I Joe, He-Man, Thunder Cats, sem falar nas trapalhadas do Perna Longa e nas aventuras dos X-Men. Eu sei, os tempos são outros e talvez não produzam mais desenhos assim para não estimular a violência, mais, até o Garfield era mais engraçado e descolado que os desenhos atuais, pobres em enredo e repetitivos até dizer basta.

Nos brinquedos ai sim é que vem a diferença, a vinte anos atrás eles eram mais bem elaborados e educativos, hoje não vejo nenhuma criança brincando com um quebra- cabeça, o velho joguinho de resta um e os palitinhos coloridos que traziam consigo a dificuldade e ao mesmo tempo aguçava a inteligência da criança. Bonecos como o Playmobil, que mexiam com a imaginação, até o bom e velho Atari, aquele jurássico vídeo game que tinha jogos educativos como o come-come.

Sabe do que mais sinto falta? Das reuniões familiares, almoços na casa da vovó, dos primos todos juntos correndo pra tudo que é canto, aquela bagunça sadia sem a menor preocupação com nada, na escola era só alegria, jogos internos, feira de cultura e peças teatrais. Agradeço sempre a Deus por ter me ajudado a me tornar o homem que sou hoje, mais se pudesse ao menos uma vez, gostaria de regressar a minha velha infância! E você, do que mais sente falta do seu tempo de criança? Pois é, agora já era ficou na lembrança! Um Abraço e até o próximo post.

3 de outubro de 2010

O Confronto entre as gerações! Como retirar o melhor de cada?


Recentemente tive a oportunidade de participar de um ciclo de treinamento que está sendo ofertado pela empresa em que trabalho, para o corpo gerencial de algumas das cidades onde a empresa atua. Foram dois dias maravilhosos e muito instrutivos, a Professora Kelly Malheiros foi a encarregada de facilitar os temas e debates abordados. Em meio a tanta coisa produtiva, foi levantada uma questão interessante por um colega e colocado para debate pela professora, "gerações X & Y" quem é quem? E o que diferencia uma da outra?

Passei então a pesquisar mais sobre o assunto e identificar as diferenças, de cara fiquei grilado com a possibilidade de talvez não está conseguindo acompanhar e identificar essas vertentes dentro da minha própria equipe. Então,fui a traz de toda e qualquer informação pois, tenho ambas as gerações sobre minha direção e responsabilidade, preciso retirar o melhor que cada uma pode ofertar, agindo assim posso melhorar os números e alcançar os objetivos impostos pela empresa que trabalho.

A geração X são os herdeiros da geração Baby Boomers,os Baby Boomers é a geração de pessoas que são nascidas após a segunda guerra mundial, dedicados ao trabalho e com grande facilidade em projetar cenários e planejar retomadas. O fato é que as empresas que estão com forte atuação hoje, tem colaboradores quase todos na casa da Geração X, a geração filha dos Baby Boomers que é altamente favorável a mudanças. Aprenderam com os erros dos pais e tentam mudar para não cometer os mesmos erros.

Os profissionais da geração Y possuem grande potencial para o trabalho em equipe, ambição, alto grau de instrução, falam mais de um idioma, dedicam-se aos projetos da organização, possuem uma liderança nata. Além de buscarem reconhecimento e crescimento profissional de maneira rápida e dinâmica, também priorizam a qualidade de vida no trabalho. Seus antecessores são os profissionais da geração X. Talvez por isso seja tão fácil confundir uma com a outra.

Temos diariamente convivendo nas empresas um misto de pessoas com perfil Y e X, trabalhando juntos e é necessário compreender bem essas diferenças mesmo que em alguns momentos ela não seja tão perceptível. Mas, com a crescente participação da geração Y nos cenários profissionais é necessário um bom jogo de cintura para não perder os valores empregados pela geração X. Valores esses que vem regendo as empresas nas ultimas décadas. Dica, tire o melhor de cada uma delas. Lembre-se, uma vem sendo responsável pela inovação! A outra já nasceu inovando!